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Drenagem Linfática e o tratamento de Linfodema





Olá! Eu sou a Dani e esse texto fala sobre Drenagem Linfática e o tratamento de Linfodema.





A primeira descrição mais complexa do sistema linfático foi feita por um professor chamado de Winiwarter, no século XIX. Posteriormente, em 1912, Aléxis Carrel conquistou o prêmio Nobel de Medicina por seus trabalhos com o propósito de regeneração celular, mostrando o fundamental da linfa nos tecidos vivos.

Já na década de 30, um fisioterapeuta chamado Emil Vodder tratou pacientes acometidos de gripes e sinusites, que viviam na úmida e fria Inglaterra. Em suas observações, manipulando suavemente os gânglios linfáticos do pescoço, percebeu que estes se apresentavam inchados e duros. Intuitivamente, iniciou o uso de uma massagem suave nos locais com a finalidade de melhorar o estado geral dos pacientes. Com os bons resultados, Vodder disciplinou o método e seu primeiro relato escrito foi a público no ano de 1936, em uma exposição de saúde em Paris.

Nem preciso dizer que essa terapia se transformou numa excelente ferramenta de tratamento do sistema linfático. O sistema linfático está paralelo ao sanguíneo, e sua função pode ser resumida em auxiliar o organismo a drenar o líquido intersticial e remover resíduos celulares que o sistema sanguíneo não tem a capacidade de coletar.

O sistema linfático pode ser didaticamente dividido em capilares, pré-coletores, coletores, canal ou ducto torácico esquerdo e canal ou ducto linfático direito, linfonodos, válvulas linfáticas e linfa.

Pelo fato deste sistema possuir várias funções importantes além do controle dos fluidos teciduais, o edema linfático possui características que o diferem de edemas que acompanham doenças de outros órgãos e sistemas. Por este motivo, deve-se considerar o linfedema como sendo apenas um dos sinais clínicos que acompanham a insuficiência linfática, síndrome complexa e com manifestações clínicas diversas causando profundas alterações dos membros acometidos, com graves repercussões funcionais, estéticas e psicosociais para o paciente.

O paciente crítico deve ser alvo de atenção diferenciada não somente pelo alto risco, mas também em função da multiplicidade de variáveis que podem influenciar na decisão a respeito da profilaxia.

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