Como é feita a drenagem linfática









A drenagem linfática traz melhoras significativas para o organismo como um todo, melhorando a circulação, acelerando o metabolismo e a eliminação do excesso de líquidos e toxinas do corpo, que podem até mesmo interferir em outras alterações estéticas.

Para entender melhor como ela age, é essencial conhecer as estruturas que compõe esse sistema, a linfa e os gânglios linfáticos:

O sistema linfático trabalha como uma terceira circulação, além da arterial e da venosa, e a linfa é o líquido que circula através dessa rede de vasos linfáticos. Ela é rica em proteínas, glóbulos brancos, microrganismo, células mortas, células sanguíneas e pode também carregar bactérias e toxinas. Seu aspecto é viscoso e amarelado. A linfa, assim como o sangue, realiza trocas metabólicas com as células e em seguida é recolhida pelos vasos do sistema linfático, retornando aos gânglios.

Já os gânglios linfáticos, ou linfonodos, são encontrados em todo o corpo. Eles são parte importante do sistema imunológico. Sua função é ajudar o corpo a reconhecer e combater germes, infecções e outras substâncias estranhas. É para eles que a linfa recolhida dos vasos é direcionada para ser filtrada.

Para que seja eficiente, a drenagem linfática deve ser feita sobre o trajeto dos vasos linfáticos, no sentido do gânglio linfático. Quando feita de forma manual, os movimentos são leves, com pressão em bracelete.

Cada região do corpo pede movimentos diferentes, sempre terminando em algum gânglio linfático. Nas pernas, os movimentos são ascendentes: da perna até a fossa poplítea (parte posterior do joelho), da coxa até a virilha. Na barriga o movimento deve ser feito até a virilha. Já nos braços e tórax, os movimentos vão a caminho das axilas.

Também é possível fazer drenagem linfática no rosto, sempre indo em direção aos gânglios linfáticos, dessa vez do pescoço. Por fim, o couro cabeludo também pode ser algo da massagem, principalmente em dois pontos: na parte alta do crânio e o segundo um pouco mais abaixo em direção as têmporas.

A drenagem linfática pode ser feita com ajuda de aparelhos da endermologia, que possuem mecanismos de vácuo e rolamento - mas não é tão eficiente quanto a manual, uma vez que na última o profissional consegue inspecionar a área a ser massageada e trabalhar mais as áreas mais necessitadas. Para que seja mais eficiente, recomenda-se que o profissional faça o esvaziamento dos gânglios linfático, com movimentos circulares no sentido horário, antes de drenar a linfa em sua direção.

Número de sessões necessárias de drenagem linfática

Este é um tratamento que deve ser feito de forma frequente para ter resultados. Você mesmo pode aprender os movimentos e fazer a drenagem linfática em si mesmo em casa, todos os dias. Ou, caso você prefira fazer com um profissional, pode ser de uma até três vezes por semana.

A repetição regular é importante porque, quando a pessoa deixa de fazer a drenagem linfática, a retenção de líquidos volta. Em uma semana já é possível sentir novamente os edemas, mas isso varia desde a relação entre peso e altura, até consumo excessivo de sódio e se há ou não ingestão adequada de fibras.
Como é feita a drenagem linfática Como é feita a drenagem linfática Editado por Sua Saude on 10:25 Nota: 5

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